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Educação alimentar para escolas · 1º ano ao Ensino Médio
Implantamos e operamos programas de educação alimentar em escolas brasileiras e internacionais. Cada aula acontece em dois eixos oficiais ao mesmo tempo: uma habilidade da BNCC e um princípio do Guia Alimentar para a População Brasileira. Com plano, código, registro e relatório para a coordenação.
Uma aula, quatro peças
Turma 1 · 1º ao 3º ano
O problema
A Lei 13.666/2018 incluiu a educação alimentar e nutricional no currículo. O PNAE cobra. As famílias cobram. E a escola responde com o que consegue: uma horta que definha no segundo semestre, uma palestra por ano, um dia da fruta.
Quando existe programa de verdade, ele quase sempre para na educação infantil.
A criança de 4 anos amassa a massa. A de 12 nunca mais ouve falar de comida dentro da escola — justo na idade em que ela começa a escolher sozinha o que come.
O problema não é falta de vontade — e não é o formato. É que essas iniciativas nascem sem conteúdo estruturado por trás: sem plano, sem progressão, sem registro. Atividade oca é a primeira coisa que cai quando o calendário aperta, não importa o nome que tenha.
Nosso programa entra na escola como atividade extracurricular — é assim que a maioria começa. A diferença é o que existe dentro dele: código da BNCC, progressão por turma e relatório por período, desde a primeira aula. É por isso que ele sobrevive ao calendário. E é por isso que, quando a escola decide, ele está pronto para entrar na grade.
O método
Toda aula nossa é montada com as mesmas quatro peças. Duas são o fazer. Duas são os eixos que fazem a aula existir dentro do currículo e dentro da política alimentar brasileira.
O que se planta e o que se cozinha.
O gesto que a criança aprende com o corpo: misturar, amassar, modelar, refogar.
A habilidade que acontece ali, com código. Trocável: BNCC, NGSS, IB.
O princípio do Guia Alimentar que fica na criança.
O fazer — a mão Eixo escola — BNCC Eixo comida — Guia Alimentar
O fazer
Os dois eixos
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Mesma receita, mesma cozinha, duas turmas, duas profundidades. Extraído do plano real do 1º semestre.
Os dois eixos
Não dizemos que a aula “conversa com a BNCC”. Apontamos o código.
EF03GE05 no pão de queijo. EF05CI08 no muffin de vegetais. EF06CI02 na leitura do rótulo de um molho pronto. Do 1º ano ao Ensino Médio, com progressão declarada por turma.
Porque a peça curricular é independente das outras três, a mesma aula aterrissa em outros referenciais sem ser reescrita — o que nos permite operar numa escola brasileira e numa escola internacional com o mesmo sistema.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular — MEC
O Guia Alimentar para a População Brasileira é referência mundial por um motivo: em vez de falar em nutrientes, ele defende comida de verdade, alerta contra o ultraprocessado e trata cozinhar como uma habilidade a ser desenvolvida e partilhada.
É política pública de saúde. Nós transformamos cada princípio dele em receita:
Fonte: Guia Alimentar para a População Brasileira — Ministério da Saúde, 2014
Nenhuma aula nossa existe fora desses dois eixos. É por isso que ela cabe no projeto pedagógico e sobrevive ao calendário.
Para escolas
Projetada para uso de aula, não para foto. Canteiro, ciclo, calendário agrícola, o que plantar e por quê — e o que fazer com o que nasce.
Layout, fluxo de turma, protocolo de segurança e documentação. Trabalhamos na estrutura que a escola tem.
Nossa equipe conduz as aulas no contraturno ou no calendário da escola, com plano por semestre, mapeamento BNCC por turma e relatório a cada período. Construído com estrutura de currículo — pronto para migrar para a grade quando a escola quiser.
Preparamos a equipe da escola para conduzir as aulas com o método, na nossa sede ou na de vocês. Para quem quer autonomia.
A sede · Alto da Boa Vista, São Paulo
Antes de entrar na escola, a NaCaZinha já cozinhava com criança todos os dias. A sede no Alto da Boa Vista é onde o método foi construído, testado e corrigido — receita por receita, turma por turma, com crianças reais e famílias reais.
É lá que sua equipe faz a formação, que a receita é testada antes de virar aula e que sua escola pode ver o programa funcionando antes de contratar.
A inspiração
Em 1995, Alice Waters transformou um terreno abandonado de uma escola pública em Berkeley em horta e cozinha didática, e criou o Edible Schoolyard. A ideia virou movimento: hoje são mais de 5.800 programas em 75 países usando comida como ferramenta de ensino.
Esse movimento sempre defendeu que cozinhar é formação — por convicção. O Brasil é um dos poucos países do mundo cuja política alimentar oficial diz a mesma coisa, por escrito.
A NaCaZinha e o The Edible Schoolyard Brazil são marcas registradas no INPI. Somos parte da rede global de edible education e nosso trabalho é inspirado no do Edible Schoolyard Project e de Alice Waters. Não somos afiliados, licenciados nem representantes oficiais da organização.
O The Edible Schoolyard Brazil é o lugar onde as duas coisas se encontram: a pedagogia da rede global e o guia alimentar que já a legitima.
Antes de falar com a gente
Baixe o plano completo de uma aula: receita, técnica, a habilidade da BNCC nas duas faixas etárias e o princípio do Guia Alimentar por trás. É o material real que usamos em sala — não é folheto.
Se preferir conversar direto: em 30 minutos entendemos a estrutura que vocês têm, o projeto pedagógico e o calendário — e dizemos com honestidade se faz sentido começar agora.
Agendar diagnóstico pelo WhatsAppVocê pode começar de diferentes formas: horta, cozinha, um programa que atravessa o fundamental inteiro — com o código da BNCC e o princípio do Guia Alimentar em cada aula.
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